… Neste viés, a sociologia se mescla de forma primordiosa às demais ciências, fazendo com que tudo parecesse melhor.
Temos neste sentido, a eterna busca pelo poder, começando nas cédulas-espelho da sociedade (a família), sendo esta a mais complexa a existir.
Em tais cédulas, mescla-se as relações interpessoais, bem como a adoção de papeis, aos quais tentem a ser ignorados ou, em casos mais extremos, a adoção de um único papel a ser desempenhado por determinado indivíduo-membro destas cédulas, e o sentimentalismo tente a ser um fator de vital importância ao se examinar determinadas cédulas.
Esta cédula-espelho serve como primeiro termômetro para a vida em sociedade, sendo a projeção do indivíduo em referencia ao Estado e as demais relações interpessoais aos quais estará exposto.
Não se trata de uma simples interpretação teórica sobre a adoção de papeis e a projeção deste conjunto de papeis aos quais se submeterá, e sim de um viés prático de como esta projeção se dará.
Ao despirmos o indivíduo de todos os papeis aos quais ele assume perante a sociedade, temos a verdadeira natureza deste indivíduo, e apenas assim poderá ser obtido a des-trancendentalização e a real averiguação dos valores inerentes a todos.
Trata-se de uma real valorização do indivíduo enquanto indivíduo, e não pela adoção dos papeis aos quais ele se submete/assume em detrimento a outrem, e a caracterização das ciências (não apenas a sociologia) e como estas se relacionam com o tema…