Súplica (III)
A prece que eu murmuro, a soluçar
Ao Deus todo bondade e todo amor,
É rezada de rastos no altar
Onde a tristeza reza com a dor!
A minha boca reza-a comovida,
Chora-a meus olhos, beija-a o meu peito
Sonha-a minh’ alma sempre enternecida
Ao ver-te rir, ó meu Amor Perfeito..
Que o Deus do céu atenda a minha prece,
Embora eu saiba nesta desventura
Que Deus só ouve aquele que o merece!
Mas vou pedindo ao Deus de piedade,
Que te conceda anos de ventura,
Como dias a mim de inf’licidade!…
Florbela Espanca - Trocando olhares





Jessica Said:
on at 9:33 pm
Kat Said:
on at 1:11 am
…Lindo demais esse poema…Ele lê a minha amla!
Thaís Brasil Said:
on at 6:34 pm
Adorei o Poema …
estou fazendo um trabalho para escola e voçê é a melhor !!
Beijo
24 de Março de 2010
Bauru, São Paulo , Brasil
mana Said:
on at 9:52 pm
A súplica que se revela pela vida no coração de um amor entristecido.
David Said:
on at 8:38 am
que bom fazer parte de um espaço tão rico em cultura e informação
Diva Duarte Said:
on at 7:57 pm
Gostaria muito de encontar um poema que diz: Coveiros sombrios desgrenhados/Fazei-me depressa a cova/Quero enterrar minha dor/ Quero enterrar-me assim nova/Coveiros só o corpo é novo que a pouco tempo nasceu/Fazei-me depressa a cova que minha alma morreu.
Quem souber me informem. Obrigada